Período de candidaturas para participar na feira franca e tabernas da Viagem Medieval decorre até 26 de abril

08/04/2022

A XXV Viagem Medieval em Terra de Santa Maria tem candidaturas abertas para participação na feira franca e tabernas até ao dia 26 de abril. Após dois anos de interregno, artesãos, mercadores, regatões e responsáveis de tabernas podem inscrever-se para participarem na maior recriação histórica da Península Ibérica.

Está a decorrer até 26 de abril, o período de candidaturas para a feira franca – artesãos, mercadores e regatões – e para as tabernas da XXV Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, a maior recriação histórica da Península Ibérica que, após dois anos de interregno devido à pandemia, regressa entre 3 e 14 de agosto.

As tabernas, locais privilegiados de encontro, convívio e partilha, dão a conhecer aos milhares de visitantes esperados nos doze dias da viagem, os verdadeiros sabores medievais. As opções serão muitas, sempre bem regadas, mas em comum far-nos-ão viajar no tempo.

As feiras, muito caraterísticas do período medieval, assumem-se como espaços privilegiados de negócio, mas também de encontro e lazer, atraindo milhares de pessoas. Durante a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria são muitos os artesãos, mercadores e regatões de Portugal e do estrangeiro que se instalam em Santa Maria da Feira para darem a conhecer os seus produtos.

Feira Franca

Os interessados deverão consultar os regulamentos disponíveis no site oficial do evento, em www.viagemmedieval.com. As candidaturas devem ser enviadas por correio registado e com aviso de receção até 26 de abril de 2022, inclusive, para a seguinte morada: Feira Viva Cultura e Desporto E.M., Rua Interior ao Europarque, Apartado 160, 4520-153 Santa Maria da Feira

Esta será a 25ª edição da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, que irá recordar e recriar alguns reis e reinados da Primeira Dinastia que ajudaram a formar e a consolidar Portugal, desde as contendas da rainha D. Teresa até à morte prematura de D. Fernando que deu origem à crise dinástica de 1383/85, aclamando-se um novo rei, o de Avis, iniciando assim, uma nova geração e um novo Portugal.

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